quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Harris inicia produção de transmissores digitais no Brasil .

Ter, 24 de Agosto de 2010 15:18

 

Os transmissores de média e baixa potência atenderão o mercado local e os países  do Mercosul

 

Líder na venda de sistemas ISDB-T no país, a americana Harris decidiu produzir  transmissores digitais no Brasil. A linha de montagem, instalada em Campinas, no  interior de São Paulo, começará produzindo os modelos de transmissores de média  e baixa potência, voltados para emissoras geradoras de menor porte e para  retransmissoras de TV. A empresa também comercializa no país transmissores de  alta potência, mas esses modelos continuarão sendo importados da Harris dos

Estados Unidos - assim como os encoders e multiplexadores, entre outros  equipamentos.

 

"O mercado brasileiro vem crescendo exponencialmente, em função da transição do  padrão analógico para o digital. Além disso, eventos como a Copa do Mundo de  2014 e as Olimpíadas de 2016 deverão contribuir para a aceleração da demanda,

que deverá apresentar picos em 2013 e, depois, em 2015-16", diz Nahuel Villegas,  vice-presidente da Harris para Caribe e América Latina. A operação local será  comandada pelo diretor da Harris no país, Felipe Luna. A empresa não divulgou o

volume de investimentos.

 

A partir de 2016, todas as transmissões de TV aberta no Brasil passarão a ser  feitas no formato digital - no padrão ISDB-T. Atualmente, existem cerca de 10  mil licenças de TV no país, sendo que apenas 120 emissoras - a maioria de

grandes cidades - já fizeram a migração do padrão analógico para o digital.

Segundo a empresa, sua linha de montagem em Campinas está preparada para atender  ao aumento da demanda, acompanhando a evolução do mercado.

 

A produção local obteve o PPB (Processo Produtivo Básico), que oferece   incentivos fiscais para produtos fabricados no país. A Harris também vai  fornecer os transmissores produzidos no Brasil para os países da América Latina,  especialmente do Mercosul.
(Da redação, com assessoria de imprensa)

 

 http://www.telesintese.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15655:harris-inicia-producao-de-transmissores-digitais-no-brasil&catid=13:plantao&Itemid=1126

 

-Antonio (Tony) Marques dos Santos www.tonymarques.ning.com

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"Um governo do PSOL buscaria implementar todas as resoluções da Confecom"

Plínio de Arruda Sampaio

Presidenciável responde a entrevista do Observatório do Direito à Comunicação e revista poliTICs

"No governo do PCB, privatizações do setor de telecomunicações seriam revistas"
Ivan Pinheiro
Candidato à Presidência da República responde a entrevista do Observatório do Direito à Comunicação e revista poliTICs.

 
 

Fantástico: O desserviço praticado contra a mulher .

Fabiana Reis - Observatório da Imprensa
24.08.2010
 
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Sociedade civil quer contribuir com GT do marco regulatório

 

Jacson Segundo - Observatório do Direito à Comunicação

Movimentos divulgam 78 resoluções prioritárias

     
Jacson Segundo - Observatório do Direito à Comunicação
17.08.2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Franklin Martins responde à declarações provocante do candidato José Serra.

Leia a íntegra da nota:

Declarações do candidato a presidente José Serra  quinta-feira, 19 de agosto de 2010, em evento na ANJ (Associação Nacional de Jornais) exigem esclarecimentos da Empresa Brasil de Comunicação – EBC, empresa gestora da TV Brasil e demais canais do Sistema Público de Comunicação.

Afirmou o candidato que a liberdade de imprensa vem sendo ameaçada por uma estratégia que "não deixa de ser alimentada por recursos públicos, como por exemplo dessa (sic) TV Brasil, que não foi feita para ter audiência mas para criar empregos na área de jornalismo e servir de instrumento de poder para um partido".

 Resposta do ministro Franklin Martins ao candidato José Serra .

O candidato do PSDB a presidente da República, José Serra, acusou hoje o governo federal de cercear, constranger e censurar a imprensa. Trata-se de uma acusação grave e descabida, sem qualquer apoio nos fatos.

A imprensa no Brasil é livre. Ela apura – e deixa de apurar – o que quer. Publica – e deixa de publicar – o que deseja. Opina – e deixa de opinar – sobre o que bem entende. Todos os brasileiros sabem disso. Diariamente lêem jornais, ouvem noticiários de rádio e assistem a telejornais que divulgam críticas, procedentes ou não, ao governo. Jornalistas e veículos de imprensa jamais foram incomodados por qualquer tipo de pressão ou represália.

Para nós, a liberdade de imprensa é sagrada. O Estado Democrático só existe, consolida-se e se fortalece com uma imprensa livre. E, ao garantir a liberdade de imprensa no país, o governo federal sabe que está em perfeita sintonia com toda a sociedade. Ela é uma conquista do povo brasileiro.

Compreendemos que as paixões da campanha eleitoral podem, em determinadas circunstâncias, toldar julgamentos serenos, mesmo naqueles que dizem ter nervos de aço. Mas seria prudente que certos excessos fossem evitados. Ao dizer que o governo federal censura e persegue a imprensa, o candidato Serra não apenas falta com a verdade. Contribui também para arranhar a imagem internacional do Brasil, dando a entender que nossas instituições são frágeis e os valores democráticos, pouco consolidados.

 

Franklin Martins

Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República


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Consultores do UNIFEM aprovam capacidade técnica da Agência Abraço .

Redação Abraço Nacional

A Agência Abraço recebeu a visita de duas consultoras técnicas do UNIFEM para avaliação da sua capacidade técnica para a execução do projeto de articulação dos mulheres dirigentes de emissoras comunitarias para a criação de coletivos estaduais e nacional de mulheres da Abraço.

O Conselho Técnico do UNIFEM havia aprovado a quantia de US$ 50 mil com a pendência da comprovação de capacidade ténica. Agora a Agência Abaço, que é a executora dos projetos da Abraço, está atendendo as exigências burocráticas para que o contrato sejas assinado até final de agosto.

Como o projeto completo comprometia todos os recursos destinados ao Brasil, o UNIFEM definiu a sua paticipação na realização do Encontro Nacional de Mulheres, no VII Congresso Nacional da Abraço, quando reuniremos 150 mulheres dirigentes de todo o país para a criação o Coletivo Nacional de Mulheres da Abraço e traçar as políticas para o estímulo à participação das mulheres da comunidade nas direções das emissoras.

Essa é a oportunidade de promover a participação das mulheres em processos eletivos e em cargos de direção, funcionando como uma escola de formação para a participação política das mulheres em todas as localidades onde exista uma rádio comunitária
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